O prontuário é a prova do que foi feito
A Lei 13.787/2018 exige guarda por, no mínimo, 20 anos a partir do último registro; permite digitalizar com certificado ICP-Brasil e só autoriza descartar o papel após análise de comissão de revisão de prontuários. A Res. CFM 1.821/2007 e o Código de Ética Médica detalham o preenchimento e o sigilo. O consentimento precisa ser específico para o procedimento, com riscos, benefícios e alternativas (Rec. CFM 1/2016; CDC, art. 6º, III). O STJ entende que o ônus de provar que informou é do médico e da clínica.


